O Grupo de Companhias Royal Dutch/Shell surgiu com uma aliança estabelecida em 1907 entre a "Royal Dutch Petroleum Company" e a "Shell Transport and Trading Company, Limited". As duas Companhias concordaram em associar os seus interesses numa base de 60 e 40%, respectivamente, mantendo contudo as suas próprias personalidades jurídicas.
A Royal Dutch e a Shell Transport, conhecidas como as companhias "Mãe" ("Parent Companies") não se ocupam diretamente de atividades operacionais. São empresas privadas, uma sediada na Holanda e a outra no Reino Unido .
As Companhias "Mãe" são direta ou indiretamente proprietárias de três Companhias "Holding" do Grupo: Shell Petroleum N.V., sediada na Holanda e Shell Petroleum Company Limited, sediada no Reino Unido, que detêm entre si a totalidade das Companhias de Serviço e também direta ou indirctamente todos os interesses nas Companhias Operadoras do Grupo, para além dos que detém a terceira Holding, Shell Petroleum, Inc. (nos E.U.A.).
O Grupo Shell tem atualmente cinco principais áreas de negócio: | |
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As Companhias Shell operam em mais de 100 países e empregam mais de 100.000 pessoas.
O Grupo Shell tem a maior rede mundial de combustíveis e lubrificantes e é também líder mundial na produção e exportação de gás natural. A situação financeira do Grupo Royal Dutch/Shell, a sua robustez técnica e a boa distribuição geográfica dos seus recursos permitirão que o Grupo continue a ter um papel preponderante no futuro cenário energético do século XXI. |
E nada de reduzirem os engarrafamentos

A piora no resultado é explicada pela pela queda de 51,4% na receita, que fechou o trimestre em US$ 63,88 bilhões. Em valores, trata-se de uma redução de US$ 67,54 bilhões, motivada pelos preços mais baixos do petróleo, quando comparados ao segundo trimestre de 2008.
A empresa registrou ainda o seu pior nível de produção em muitos anos, com 2,96 milhões de barris equivalentes de óleo e gás por dia no segundo trimestre. Além da baixa demanda por gás natural em vários países desenvolvidos, os problemas com as interrupções violentas de produção na Nigéria puxaram o indicador para baixo.
De acordo com analistas, a queda no nível de produção foi ainda mais aguda do que o projetado.
O presidente-executivo da companhia, Peter Voser, culpou a fraca demanda por energia pela significativa piora dos resultados. "A Shell está se adaptando à esta nova situação", disse ele.


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