sexta-feira, 31 de julho de 2009

Lucro da Shell cai 67% no segundo trimestre, para US$ 3,8 bilhões

O Grupo de Companhias Royal Dutch/Shell surgiu com uma aliança estabelecida em 1907 entre a "Royal Dutch Petroleum Company" e a "Shell Transport and Trading Company, Limited". As duas Companhias concordaram em associar os seus interesses numa base de 60 e 40%, respectivamente, mantendo contudo as suas próprias personalidades jurídicas.

A Royal Dutch e a Shell Transport, conhecidas como as companhias "Mãe" ("Parent Companies") não se ocupam diretamente de atividades operacionais. São empresas privadas, uma sediada na Holanda e a outra no Reino Unido


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As Companhias "Mãe" são direta ou indiretamente proprietárias de três Companhias "Holding" do Grupo: Shell Petroleum N.V., sediada na Holanda e Shell Petroleum Company Limited, sediada no Reino Unido, que detêm entre si a totalidade das Companhias de Serviço e também direta ou indirctamente todos os interesses nas Companhias Operadoras do Grupo, para além dos que detém a terceira Holding, Shell Petroleum, Inc. (nos E.U.A.).

O Grupo Shell tem atualmente cinco principais áreas de negócio:

    • Chemicals
    • Exploration & Prodution
    • Gas & Power
    • Oil Produts
    • Renewables
    • Other Business

As Companhias Shell operam em mais de 100 países e empregam mais de 100.000 pessoas.

O Grupo Shell tem a maior rede mundial de combustíveis e lubrificantes e é também líder mundial na produção e exportação de gás natural.


A situação financeira do Grupo Royal Dutch/Shell, a sua robustez técnica e a boa distribuição geográfica dos seus recursos permitirão que o Grupo continue a ter um papel preponderante no futuro cenário energético do século XXI.


A petrolífera Royal Dutch Shell encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de US$ 3,82 bilhões, o que representa uma importante queda de 66,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o ganho somou US$ 11,56 bilhões. A diferença, portanto, revela uma redução de quase US$ 8 bilhões no lucro.

E nada de reduzirem os engarrafamentos

A piora no resultado é explicada pela pela queda de 51,4% na receita, que fechou o trimestre em US$ 63,88 bilhões. Em valores, trata-se de uma redução de US$ 67,54 bilhões, motivada pelos preços mais baixos do petróleo, quando comparados ao segundo trimestre de 2008.

A empresa registrou ainda o seu pior nível de produção em muitos anos, com 2,96 milhões de barris equivalentes de óleo e gás por dia no segundo trimestre. Além da baixa demanda por gás natural em vários países desenvolvidos, os problemas com as interrupções violentas de produção na Nigéria puxaram o indicador para baixo.

De acordo com analistas, a queda no nível de produção foi ainda mais aguda do que o projetado.

O presidente-executivo da companhia, Peter Voser, culpou a fraca demanda por energia pela significativa piora dos resultados. "A Shell está se adaptando à esta nova situação", disse ele.

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Somos estrategistas da sociedade humana!!!
Criamos novos habitos e desenvolvemos tendencias que respondem pela lucratividade das empresas que geram empregos e portanto o "tal" consumo.
DEUSES??????
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