
A demora no planejamento das construções dos estádios que vão sediar a Copa de 2014 foi destaque nesta semana no encontro de negócios do esporte Sports Business, no Anhembi, em
São Paulo.
O diretor da Siemens, Sérgio Boanada teme que não haja tempo para desenvolver os planos operacionais e admitiu que ainda não sabe se a empresa participará do torneio. Nós usamos o esporte para nos comunicarmos com os nossos clientes e como uma vitrine. Na África do Sul, por
exemplo, fechamos cerca de 1,1 bilhão de euros (R$ 2,9 bilhões) em negócios. Por tudo isso ainda estamos pensando se iremos fazer esse trabalho aqui.
Segundo Boanada, a verba usada em toda a vida de uma arena é dividida 25% para a construção e 75% para a manutenção ao longo dos anos. Contudo, se forem feitos investimentos em tecnologias e sistemas adequados, a exemplo de como é feito em estádios europeus, os custos
podem ser reduzidos: "É possível gerar receitas com tecnologias que valorizem áreas VIPs e camarotes corporativos, além de implementar, por exemplo, cartões inteligentes para o
torcedor não precisar levar dinheiro ao estádio. Tudo de forma integrada. Mas é
preciso tempo para planejar.
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