sexta-feira, 19 de junho de 2009

Gasto com mídia chegará a US$ 1,6 trilhão em 2013

Elemídia - Gasto com mídia chegará a US$ 1,6 trilhão em 2013
Um relatório divulgado nesta terça-feira (16) pela PriceWaterhouseCoopers informou que o investimento mundial em entretenimento e mídia digital deve chegar a R$ 1,6 trilhão em 2013. Com isso, o setor deve alcançar um ritmo de crescimento de 2,7%.

Chamado de Global Entertainment and Media Outlook: 2009-2013, o estudo aponta que a busca das empresas por eficiência em publicidade deve contribuir para a aceleração da migração para o entretenimento digital. Além disso, o relatório também mostrou que os consumidores têm optado por mais controle sobre conteúdos e valores.

Também foram apontadas quedas no consumo e no investimento publicitário até 2011. Mesmo com o possível crescimento em 2012/13, as empresas terão que lutar para atrair receitas de audiências fragmentadas e móveis. Outra redução da receita de publicidade foi prevista para os meios TV, livros didáticos e comerciais, mercado de revistas, música gravada e jornais.

Já os investimentos publicitários deverão cair cerca de 1,7% ao ano, chegando a US$ 174 bilhões em 2013 contra os US$ 189 bilhões de 2008. No mundo, a redução pode chegar a 13,3% em comparação com 2008.

Liderada pelo acesso à internet e pelas vendas de publicidade na web, o mercado de entretenimento e mídia americano deverá reagir nos próximos cinco anos. Com uma previsão de crescimento de 1,2% anuais, deve chegar aos US$ 495 milhões em 2013.

Segundo Bill Cobourn, da divisão de mídia e entretenimento da PricewaterhouseCoopers, esse declínio das receitas não está ligado à queda da demanda. "Na verdade, a demanda (por entretenimento e mídia) parece estar crescendo", afirmou.

Torneiras de expressão.

O nome Black & Decker é imediatamente associado a ferramentas e, no caso do Brasil, até a eletroportáteis (essa divisão foi descontinuada em todo o mundo menos aqui). Agora a companhia quer reforçar sua até então tímida atuação nos segmentos de metais sanitários e fechaduras. Em 1989, a matriz comprou duas empresa americanas, a Pricepfister - uma das maiores em metais - e a Kwikset- a líder em fechaduras. Até 2002, 90% do resultado destas duas empresas vinham dos EUA. Foi quando a companhia decidiu por uma expansão mundial. No começo de 2004, a Black & Decker desenvolveu um fornecedor no Brasil para adaptação dos produtos ao mercado nacional e importava parte das peças da fábrica na China. Mas desde janeiro a produção começou a ser verticalizada na fábrica de Uberaba (MG), processo que se completará até dezembro.

Ao mesmo tempo, a empresa passa a destacar a marca Black & Decker nestes produtos, assumindo totalmente a assinatura das linhas. E para interagir mais com as construtoras e arquitetos, inaugura hoje um showroom em São Paulo. "No Showroom Black & Decker vamos reunir todas as nossas linhas, destacando as peças de alto luxo, o que vai nos aproximar mais dos consumidores e facilitar as vendas", diz Adriano De Meo, gerente da divisão. Com o investimento de mais de R$ 1 milhão, a expectativa é chegar a 3% do mercado em três anos, o que corresponde a US$ 20 milhões, concorrendo com a Deca, em metais, e, no caso das fechaduras, com Papaiz, Pado e La Fonte. Hoje a divisão responde por 3% das vendas da Black & Decker.

Marketing e TI em Museus????

Os museus estão ficando cada vez mais interativos. Essa tendência exige profissionais especializados em bolar "traquitanas" tecnológicas para chamar a atenção dos visitantes.
"É um caminho natural e positivo. Não conseguimos trazer todos os Van Goghs para cá, então os museus precisam de interatividade para mostrar o que não temos", afirma Danilo Medeiros, da agência carioca 32 Bits. A empresa foi montada há oito anos, focada em criar identidade visual de uma forma geral. A expertise em projetos interativos para museus surgiu com a demanda no dia a dia. Eles fizeram, primeiramente, o Beco das Palavras, do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Em seguida, surgiu oportunidade de trabalhar no recém-inaugurado Espaço Catavento, museu de ciência paulistano. Lá, a 32Bits criou uma parede de escalada onde os visitantes "conversam" com imagens de personalidades (como Aristóteles, Napoleão, Genghis Khan e Isaac Newton) enquanto fazem o trajeto.
No Catavento também projetaram um espaço com telas de Portinari. O visitante simula pintar e o desenho surge virtualmente. Depois veio o convite para trabalhar no Museu do Caribe, em Barranquilla, na Colômbia, onde instalaram três projetos. Em um deles, o Piél Caribe, o frequentador se vê mudando de cor para aprender sobre a diversidade de raça e cor da pele em tempo real.
O know how digital foi levado também ao ponto de venda. Eles foram responsáveis pelo desenvolvimento das interfaces de todas as lojas da Oi de São Paulo. "É uma forma de impulsionar a experiência de compra." E por causa do aumento de clientes em São Paulo, os sócios abriram um escritório na cidade que será comandado por Medeiros.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Marketing Esportivo

União faz a força no Sul
Se dentro de campo o Gre-Nal é um dos clássicos de maior rivalidade do futebol brasileiro, fora dele Internacional e Grêmio mostram que os interesses do marketing podem unir esforços para otimizar as receitas de ambos com a venda de produtos. No
segundo semestre de 2008, após a realização de pesquisas de mercado por parte do Inter, a dupla inaugurou quiosques conjuntos da Intersport e da Grêmio Mania. E, de acordo com representantes dos dois clubes, os resultados têm superado as expectativas.
Antes, Internacional e Grêmio tinham operações separadas e o custo de manutenção era alto. Então percebemos que podíamos, por meio de um projeto de design, ter uma operação conjunta, mas com decorações distintas. Assim, conseguimos juntar as duas
marcas e o resultado foi muito satisfatório, fora os ganhos para os lojistas comentou o vice-presidente de marketing do Inter, Jorge André Avancini.
Hoje o Inter tem 44 franquias da Intersport e o Grêmio, 36 da Grêmio Mania, sendo que
cinco foram concebidas a partir do novo conceito. Os espaços têm área neutra para
pagamento e os atendentes transitam nas duas áreas, que têm decoração especial com
as cores de cada clube


O FRamengo pode anunciar nos próximos dias os novos patrocinadores do clube.
A Dafra, montadora de motocicletas, deve estampar sua marca nas mangas. Já o anunciante
principal deve ser a Vigor, empresa do ramo alimentício.
Pelo acordo com a Dafra, de um ano, o clube receberia R$ 4,5 milhões. Mas, para ele ser anunciado,a diretoria precisa definir quem será o patrocinador principal. A Vigor
e a Brasil Foods são as mais interessadas.
Mas é com a primeira que o negócio está mais adiantado.


Avanço fecha com o CURINTHA.
A marca de desodorantes Avanço fechou acordo com o Corinthians para estampar sua marca
próxima às axilas dos atletas. A estreia foi no jogo contra o Barueri.


Nike renova com Cristiano Ronaldo
A Nike renovou o contrato com o jogador português Cristiano Ronaldo, do Manchester United. Pelo acordo, de cinco anos, a empresa vai desembolsar um total de US$ 45 milhões (R$ 91,2 milhões), US$ 9 milhões (R$ 18,2 milhões) anuais. Em contrapartida, o craque terá de participar de um número estipulado de campanhas publicitárias da marca. Os novos termos começam a valer na temporada 2009/2010.



Internacional lança grife jovem
O Internacional lançou nesta semana, em Porto Alegre, a grife Inter Red. Voltada ao público jovem de 14 a 25anos, a marca tem como garoto-propaganda o meia argentino
D'Alessandro, que tem grande identificação com os torcedores dessa faixa etária. A Inter Red chega ao mercado com uma coleção composta por 130 itens, entre roupas e acessórios, inclusive produtos mais sofisticados.
A expectativa da direção do Internacional é a de que, apenas no primeiro ano, a grife renda cerca de R$ 500 mil em royalties.

310 Milhões de euros R$ 870 milhões. Foi o impacto econômico da final da Liga dos
Campeões da Uefa, em Roma. Na final de 2008, em Moscou, foram 267 milhões de euros (R$ 750 milhões)

110 Milhões de euros Cerca de R$ 309 milhões. É quanto deve faturar o Barcelona pelo título da Liga dos Campeões. A cidade espanhola também deve ganhar com a conquista do clube

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Somos estrategistas da sociedade humana!!!
Criamos novos habitos e desenvolvemos tendencias que respondem pela lucratividade das empresas que geram empregos e portanto o "tal" consumo.
DEUSES??????
Não, apenas destinados a traçar a estrategia, os objetivos e plano de ação da humanidade.