Nascidos e criados em uma sociedade repleta de paradigmas, onde conceitos, muitas vezes valem mais do que ser, ter ou poder, o “parecer ser”, geralmente, nos compromete a agir de forma extremamente equivocada.
Os jovens aparentam ser mais velhos e os mais velhos aparentam ser mais jovens. Os menos favorecidos esbanjam posses financiadas e os mais favorecidos se omitem para não mostrar o quanto têm. Andamos todos os dias de carro, tiramos impressões desnecessárias, descartamos aparelhos eletrônicos apenas para estarmos atualizados, mas, mais importante do que isso, é nos mostrarmos preocupados com o meio ambiente, a camada de ozônio, o aquecimento global e o efeito estufa, dentre vários outros fatores sócio-ambientais.
Nesta sociedade pseudo-diplomática, temos jovens em busca da consagração pessoal, profissional, espiritual e intelectual. Enfatizando o aspecto profissional, o jovem entra na faculdade como o futuro da humanidade e se forma como um problema social. Com os avanços tecnológicos e a disseminação da informação, temos jovens cada vez mais preparados para a “Sociedade do Conhecimento”. Estudamos idiomas cada vez mais cedo, e, antes mesmo de começarmos a falar, temos acesso a computadores e à internet.
O jovem cresce com a mentalidade de programar sua vida, projetando-a passo a passo, vislumbrando uma boa colocação profissional, posses e etc. O “x” da questão é como alcançar estes objetivos, já que temos que aproveitar a vida, encontrar um cônjuge, que demanda tempo para encontrar e, mais ainda, para manter. Tudo isso, sabendo da máxima dos contratantes: “não há profissionais qualificados no mercado”, e, também, a dos contratados em potencial: “não tem vaga no mercado de trabalho”, ou mesmo: “como posso ter experiência se não tenho oportunidade?”. Por isso, para não ficarmos loucos, passamos madrugadas em claro, já que o sucesso é construído à noite, porque durante o dia as pessoas, em geral, fazem as mesmas coisas.
O horário de almoço, as férias e os finais de semana, vulgos horários de descanso, estão sendo utilizados para aquisição de conhecimento em forma de estudo, leitura e relacionamentos interpessoais.
Assim, chegamos à conclusão de que os jovens executivos não podem prender-se tanto às necessidades do mundo capitalista, e serem infelizes milionários ou velhos empossados e frustrados por terem desperdiçado os melhores anos de suas vidas com futilidades.
Temos que traçar nossos caminhos, com metas e objetivos que atendam nossas necessidades pessoais. A máxima que diz que a grama do vizinho sempre será mais verde, muitas vezes, faz com que nós não percebamos que somos os vizinhos dos nossos vizinhos.
Nós, jovens, temos que levar em conta que passaremos os melhores anos de nossas vidas, os maiores dias de nossas semanas, e as melhores horas dos nossos dias no trabalho. Portanto, se considerarmos nossas carreiras desagradáveis, nossas vidas tornar-se-ão tão desagradáveis quanto.
As dificuldades são passageiras, mas desistir é para sempre! Por isso, seja determinado em realizar os sonhos que satisfaçam suas vontades e necessidades pessoais.
By Tiago Bernardes
Parabéns Tiago por este Blog!
ResponderExcluirTenho absoluta certeza de que receberemos a cada dia, uma "pitadinha" de boas idéias por aqui..
Você vai longe!
ADOREI ESTA FRASE:
"As dificuldades são passageiras, mas desistir é para sempre! "
Realmente o que nos falta é uma dose a mais de fé e de paciência para esperar que "o tempo dê o tempo no seu tempo"... Devemos exercitar, em todas as circunstâncias, paciência de monge tibetano.
Nas situações mais extremas, sempre digo: ainda estou subindo a montanha.
É isso aí "ME SUSPREENDEU"!! :)