domingo, 29 de março de 2009

Pensamento Estratégico

Você sai em uma noite chuvosa para dar uma volta em sua porche nova, ao passar por um ponto de ônibus as 3h da manha, percebe que têm três pessoas ali a espera de um ônibus:

1 - Uma velhina enferma necessitando ser levada com urgência a um hospital;
2 - O Médico que a pouco tempo atrás te curou de uma grave doença;
3 - E o grande amor da sua vida que possivelmente não a encontraria novamente.

O que você faria sabendo que sua porche tem lugar para apenas 2 pessoas?

1 - Levaria a velhinha, afinal cumpriria com seu papel de cidadão;
2 - Levaria o médico como gratidão por ter salvo sua vida;
3 - Levaria o grande amor da sua vida, afinal temos apenas um grande amor na vida e aquela mulher que alí estava provavelmente não estaria na próxima noite?

As opções acima fazer referência a um pensamento lógico, quem vou levar?
Mas se você pensar estrategicamente, oferecerá o carro para o médico levar a velhinha ao hospital e ficará com o grande amor da sua vida!

Abs. Tiago Bernardes

quinta-feira, 19 de março de 2009

Tecnologia para Celulares... Isso sim é a evolução




Fala Sério!!! Projetor de Videos, Tradutor Instantâneo, Barbeador, Gaita, Passa Café...
Depois dessa companheiros, escondam seus ultrapassadíssimos IPhones para não pagarem mico

Éh, isso é o futuro meus amigos!
Mas a pergunta que não quer calar é:
Até quando isso será o futuristico???
Quando celulares como este estarão ultrapassados???
Abs. Tiago Bernardes

A Crise é Global, mas...

O Grupo BPI, multinacional francesa especializada em reestruturação de empresas e gestão de pessoas, realizou uma pesquisa mundial para saber o que os altos executivos esperavam da crise. A pesquisa foi realizada entre dezembro 2008 e janeiro 2009, com 7.590 executivos top de linha de empresas de todos os portes e setores em 14 países (Bélgica, Brasil, Finlândia, Polônia, Romênia, Rússia, Suíça, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, China, Estados Unidos).

Entre os resultados da pesquisa,é possivel identificar que o país do samba e do carnaval, é o que tem executivos mais otimistas, em relação ao resto do mundo, que age de forma mais contida aos efeitos da crise nos próximos anos.

"A grande conclusão é que os brasileiros acreditam que a crise será mais curta, menos profunda que nos demais países e que não afetará seu futuro profissional e nem o de sua empresa. Esperam, portanto, aumento e promoção a curto prazo e mesmo acreditando em reestruturações, acham que sua equipe não será afetada. (Portal dos Consultores)

Agora, a parte do mas...
É notorio que o Brasil está "tranquilo" (agora sem trema), pela política econômica adotada desde o governo passado. O Resumo da história é que, o Brasil, sendo o país emergente que é, tinha as ações de suas empresas em alta, e mais caras do que de empresas internacionais em função das projeções futuras de captalização, fazendo com que houvesse muito dólar internacional nos cofres nacionais.

Desde os primordios, se os EUA soltassem um espirro, o Brasil ficava gripado. Com isso, os investidores do velho continente estão tirando os recursos do Brasil, "por receio da crise" e comprando títulos podres do EUA, que em breve não terão o que fazer com tanto dinheiro...

Resultado, o dólar Norte Americano vai valorizar perante o resto do mundo, aumentando assim o valor dos produtos e serviços para exportação, só que, quem vai consumir estando descapitalizado? Como vai ficar a relação Oferta/Demanda, Custo/Benefício se este cenário se concretizar?

Levantei a bola dentro da área, agora quem empurra para o gol???

Tiago Bernardes

Aspectos Gerais da Crise

Efeitos da Crise: A grande média, praticamente 68,2% dos entrevistados, acha que as conseqüências para as empresa serão muito sérias. Quem mais acredita nisso são os ingleses (88%) e os americanos (84.2%). Em terceiro lugar estamos nós, brasileiros, com 79,6%. O país que menos acredita nas graves conseqüências da crise é a Finlândia, com apenas 39,7%.
Contratações: Cerca de 63% dos executivos ouvidos pela pesquisa acham que as empresas não vão contratar nos próximos meses. Quem menos acredita em contratações são os europeus (Itália, França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica). No Brasil as respostas estão bem divididas, 44% acham que as contratações vão aumentar e 54% acha que não.
Reestruturações: Uma maioria apertada no mundo, 58%, não acredita em reestruturações nas empresas. Já 70% dos executivos brasileiros, acreditam em grandes reestruturações, número muito acima dos outros países, por exemplo, a China, onde apenas 20% dos profissionais acredita que vão haver grandes reestruturações nas empresas.
Fusões: Já quando o assunto são as fusões, a maioria não acredita que haverá fusões de suas empresas com outras - 85,2%. O Brasil acompanha esse número.
Demissões: Apesar do executivo brasileiro acreditar que vai haver reestruturações nas empresas, cerca de 62% acredita que não haverão demissões dentro de sua equipe. No resto do mundo, este número é de 64,5%.
Redução de custos: Cerca de 76% dos entrevistados acredita num programa de redução de custos dentro da empresa, causado pela crise. No topo desta lista estão os chineses, com 86%.
Congelamento de salários: Há uma considerável divisão no que se refere ao congelamento dos salários. Cerca de 42% acreditam que os salários serão congelados e cerca de 57% acreditam que não. Os mais otimistas são os chineses, apenas 20% acredita neste congelamento, e os finlandeses, 13%.
Conflitos sociais: Aproximadamente 77% dos profissionais não acreditam em conflito social dentro da empresa por causa da crise.
Novos projetos e aquisições: Mais de 70% dos executivos no mundo acreditam que suas empresas vão partir para novos projetos de desenvolvimento ou aquisição de novas empresas. Os executivos brasileiros estão no topo dessa pirâmide, com cerca de 85% de respostas positivas. Poder aquisitivo: A maioria dos entrevistados no mundo (79,7%) acredita numa perda de seu poder de compra em conseqüência da crise. No Brasil este número sobre para 82,1%.
Perenidade do Emprego: Os executivos no mundo estão divididos quando o assunto é a perenidade do emprego. 67% dos executivos brasileiros acreditam que terão problemas com a perenidade no emprego.
Evolução Profissional: Quando perguntados sobre as possibilidades de evolução profissional, os executivos brasileiros mais uma vez são os mais otimistas, 68% acreditam que vão evoluir na carreira mesmo com a crise.
Aumento de salário e Promoção: Ainda num clima de otimismo, 82% dos executivos brasileiros acreditam que vão ter um aumento de salário superior ou igual ao de anos anteriores. Apenas 6,5% não acreditam em aumento, de maneira absolutamente divergente do mundo, onde 40% não acreditam em aumento.
Eficácia das Medidas Governamentais: Pouco mais de 40% dos executivos, na media mundial, acredita que o governo tomou medidas eficazes para combater a crise. Os executivos que mais acreditam na eficácia das medidas do governo são os chineses (talvez por falta de opção) com 70%, e os brasileiros, cerca de 59%, mesmo que o Brasil ainda não havia ainda tomado grandes decisões.
Duração da Crise: Cerca de 40% dos executivos brasileiros acredita que a crise vai durar menos de um ano, 44% no máximo dois anos e somente 14% mais de dois anos, diferente do mundo, onde a maioria acredita em prazos de dois ou mais anos.
A crise no seu país e no mundo: A maioria dos executivos brasileiros entrevistados acredita que a crise vai afetar igualmente o Brasil e o resto do mundo (47,5%), ou muito menos do que o resto do mundo (46.8%). Mais otimista estão apenas os chineses, dos quais 59% acham que a China vai ser menos afetada. Os executivos que acreditam que serão mais afetadas são os americanos, os ingleses e os espanhóis, obviamente.
Função do Estado: A maioria dos profissionais ouvidos na pesquisa acredita que é preciso reforçar de maneira permanente o lugar e a função do Estado na economia (44% no mundo e 66% no Brasil). Cerca de 44% dos executivos no mundo acreditam que é preciso reforçar essa função, mesmo que de maneira temporária.
Futuro Profissional: Cerca de 80% do mundo ainda está otimista sobre o futuro profissional. Os profissionais brasileiros, mais uma vez no pico, dos quais 95,3% acreditam que o futuro profissional vai ser ótimo.
Futuro da sua Empresa: Os executivos ouvidos no mundo também estão otimistas quanto ao futuro de suas empresas (78,4% do mundo e 91,4% dos brasileiros).
Promoção: Quando o assunto é promoção, 43% dos executivos brasileiros acreditam que serão promovidos nos próximos dois anos e apenas 8,6% deles acham que não vão mudar de empresa.
Seu futuro e a Crise: A maioria dos executivos brasileiros, 62%, não acha que seu futuro profissional tenha ligação à crise econômica atual.

quarta-feira, 18 de março de 2009

PIADA - Gestão por Competência

Em uma cidade do interior, viviam duas mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia.
Uma era freira e a outra, taxista. Quis o destino que morressem no mesmo dia.

Chegando ao céu, São Pedro receptivo perguntou:
- O teu nome?
- Flávia

- A freira?
- Não, a taxista.

São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica com fios de ouro e pode entrar.

A seguir...:
- O teu nome?
- Flávia

- A freira?
- Sim, eu mesma.

- Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho e pode entrar.

A religiosa diz:
- Desculpe, mas deve haver engano, eu sou Flávia, a freira!

- Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho...

- Não pode ser! Eu conheço a outra Senhor. Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre! Subia as calçadas, batia com o carro todos os dias, conduzia o carro pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais.

E quanto a mim, passei 45 anos pregando todos os domingos na paróquia.
Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu esta?
- Não há nenhum engano - diz São Pedro. É que, aqui no céu, adotamos uma gestão mais profissional do que a de vocês lá na Terra...

- Não entendo!

- Eu explico: já ouviu falar de Gestão de Resultados? Agora nos orientamos por objetivos, e observamos que nos últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam!

RESULTADO É O QUE IMPORTA!

sábado, 14 de março de 2009

Marketing e Não Marketing

O Marketing é uma profissão de origem norte-americana que teve início como um braço da economia aplicada, para estudos de canais de distribuição, em épocas de escassez de produtos provenientes do pós-guerra. Nesta época, as empresas eram orientadas para a produção, onde tudo o que se produzia era devidamente demandado.

Até a metade da década de 50 era considerada uma disciplina administrativa destinada à atividade de vendas. Já na década de 60, com o amadurecimento da economia americana, muitas empresas surgiram, aumentando a concorrência, fazendo com que o marketing passasse a ser considerado uma disciplina aplicada da ciência comportamental, preocupando-se em entender os sistemas entre compradores e vendedores envolvidos nas tranzações e negociações de produtos e serviços.

Com isso, surge uma nova orientação de mercado visando satisfazer plenamente grupos determinados de compradores, oferecendo o que eles desejavam de uma maneira melhor do que os concorrentes, ou seja, uma inversão do processo. Ao invés de se produzir por produzir empurrando os produtos aos clientes, as empresas, através de pesquisas passaram a perceber o que os consumidores estavam demandando, e a lançar produtos visando sua completa satisfação. Este é o pensamento em marketing.

Podemos concluir que estamos na terceira era das empresas, sendo a primeira a era da produção, onde a filosofia de negócio se concentrava na eficiência da fabricação, seguida da era das vendas, na qual a filosofia do negócio se concentrava nas vendas de produtos existentes, e por fim, a era do marketing, em que a filosofia se concentra nas necessidades e nos desejos dos clientes.

By Tiago Bernardes

Capital Intelectual? Ativo Intangível?

A constante mutação ocorrente no cenário econômico contemporâneo exige que as empresas tornem-se cada vez mais conscientes do fato que, o conhecimento é um elemento de fundamental importância para a geração de vantagem competitiva para as empresas que o captem, o detenham e que o gerenciem de forma eficaz trazendo retorno para a organização.

Após a Revolução Industrial, houve uma mutação no sistema empresarial mundial que, até então, seguia os métodos fordistas. Advindo deste acontecimento, as empresas passarem a ver os funcionários como pessoas que geram receita, e não como robôs ou escravos do trabalho, que geram despesa.

Daí em diante, houve grandes e profundas mudanças na metodologia empresarial que possibilitaram um gigantesco e rápido avanço, que até hoje é percebido no cotidiano empresarial. Apesar de atualmente algumas empresas ainda observarem seus funcionários como despesa e não como receita, uma herança remanescente do sistema empresarial da revolução industrial, a concepção de que os funcionários de uma empresa são um ativo intangível, que, apesar de não estarem presentes nos balanços patrimoniais, representam grande parte dos lucros das empresas.

Esta realidade relaciona o conhecimento advindo de estudos, de pesquisas e da realização do trabalho como agente agregador de valor que alavanca as capacidades de resposta do mercado. Finalmente, surge a identificação e valorização deste recurso que permanece difuso e em grande parte inexplorado dentro das organizações, como estratégico dentro do planejamento organizacional e fonte suscetível de incrementar os insumos e procedimentos, assim como, desencadeador do processo sinérgico de contínua geração do conhecimento. Por tanto, qual o motivo deste ativo permanecer difuso, inexplorado, e de certa forma até desconhecido nas empresas e organizações.

Abs. Tiago Bernardes

quarta-feira, 4 de março de 2009

A ORIGEM DO MARKETING - Parte 1

Eu costumo dizer que a primeira Grande ação de marketing da humanidade foi quando Eva Convenceu Adão a comer o "Fruto Proibido".... Não apenas pelo poder de persuasão, mas por inserir nele o desejo por aquele fruto específico.


Brincadeiras sérias à parte, apesar de encontrarmos suas raízes ao longo da história da humanidade, o estudo do marketing como uma ciência empresarial é extremamente jovem se comparado com as demais áreas dos negócios.


Pulando aquela história que a gente aprende por osmose do Fordismo, passando por Taylor, Fayol e até do Darwinismo, a grande aparição do estudo do mercado surgiu da necessidade dos industriais administrarem uma nova realidade oriunda da Revolução Industrial, que causou a famosa mutação de um "mercado de vendedores para um mercado de compradores".


Mesmo com esta mutação no mercado, o Marketing ainda não havia se emancipado da Economia e da Administração, em função de, nesta época, a atividade dos "marketeiros" estar direcionada para logística e produtividade em objetivando de potencializar os lucros. Ou seja, ainda não havia concorrência, diversidade de produtos, poder de barganha etc...


Este cenário se manteve inalterado até meados da segunda guerra mundial. Com o surgimento da concorrência, começaram a surgir os mercadólogos (cientistas de mercado) que passaram a estudar estratégias direcionadas para os consumidores. O produto desta era foi "Vender a qualquer custo".


Nesta época, mesmo com os marketeiros, o marketing baseava-se mais no feeling do que em estudos mercadológicos, pesquisas de mercado etc...


Os grandes estudos de marketing são oriundos de estratégias de guerra, o que vale uma postagem exclusiva.


Para não ficar aquela coisa maçante, e chata que ninguém lê, vou fazer a evolução do marketing em décadas e postar futuramente.


Abs Tiago Bernardes


terça-feira, 3 de março de 2009

Agora sim, a apresentação!

A idéia de aderir aos blogs é uma vontade antiga, mas como não era uma vontade grande, fui deixando de lado.

Agora, acho que podemos nos divertir, adquirindo conhecimento e interatividade postando sobre os mais diferentes assuntos relacionados ao que quisermos expondo o ponto de vista que consideramos pertinente sem restrições.

Espero que os posts apresentados sejam produtivos e que gerem discussões interessantes.

Ps.: o post anterior e mais velho do que a biblia, melhor começar com eles rsss

Abs a todos.

TORNANDO-SE UM EXECUTIVO

Nascidos e criados em uma sociedade repleta de paradigmas, onde conceitos, muitas vezes valem mais do que ser, ter ou poder, o “parecer ser”, geralmente, nos compromete a agir de forma extremamente equivocada.

Os jovens aparentam ser mais velhos e os mais velhos aparentam ser mais jovens. Os menos favorecidos esbanjam posses financiadas e os mais favorecidos se omitem para não mostrar o quanto têm. Andamos todos os dias de carro, tiramos impressões desnecessárias, descartamos aparelhos eletrônicos apenas para estarmos atualizados, mas, mais importante do que isso, é nos mostrarmos preocupados com o meio ambiente, a camada de ozônio, o aquecimento global e o efeito estufa, dentre vários outros fatores sócio-ambientais.

Nesta sociedade pseudo-diplomática, temos jovens em busca da consagração pessoal, profissional, espiritual e intelectual. Enfatizando o aspecto profissional, o jovem entra na faculdade como o futuro da humanidade e se forma como um problema social. Com os avanços tecnológicos e a disseminação da informação, temos jovens cada vez mais preparados para a “Sociedade do Conhecimento”. Estudamos idiomas cada vez mais cedo, e, antes mesmo de começarmos a falar, temos acesso a computadores e à internet.

O jovem cresce com a mentalidade de programar sua vida, projetando-a passo a passo, vislumbrando uma boa colocação profissional, posses e etc. O “x” da questão é como alcançar estes objetivos, já que temos que aproveitar a vida, encontrar um cônjuge, que demanda tempo para encontrar e, mais ainda, para manter. Tudo isso, sabendo da máxima dos contratantes: “não há profissionais qualificados no mercado”, e, também, a dos contratados em potencial: “não tem vaga no mercado de trabalho”, ou mesmo: “como posso ter experiência se não tenho oportunidade?”. Por isso, para não ficarmos loucos, passamos madrugadas em claro, já que o sucesso é construído à noite, porque durante o dia as pessoas, em geral, fazem as mesmas coisas.

O horário de almoço, as férias e os finais de semana, vulgos horários de descanso, estão sendo utilizados para aquisição de conhecimento em forma de estudo, leitura e relacionamentos interpessoais.

Assim, chegamos à conclusão de que os jovens executivos não podem prender-se tanto às necessidades do mundo capitalista, e serem infelizes milionários ou velhos empossados e frustrados por terem desperdiçado os melhores anos de suas vidas com futilidades.
Temos que traçar nossos caminhos, com metas e objetivos que atendam nossas necessidades pessoais. A máxima que diz que a grama do vizinho sempre será mais verde, muitas vezes, faz com que nós não percebamos que somos os vizinhos dos nossos vizinhos.

Nós, jovens, temos que levar em conta que passaremos os melhores anos de nossas vidas, os maiores dias de nossas semanas, e as melhores horas dos nossos dias no trabalho. Portanto, se considerarmos nossas carreiras desagradáveis, nossas vidas tornar-se-ão tão desagradáveis quanto.

As dificuldades são passageiras, mas desistir é para sempre! Por isso, seja determinado em realizar os sonhos que satisfaçam suas vontades e necessidades pessoais.

By Tiago Bernardes

Encontre o que procura

Somos estrategistas da sociedade humana!!!
Criamos novos habitos e desenvolvemos tendencias que respondem pela lucratividade das empresas que geram empregos e portanto o "tal" consumo.
DEUSES??????
Não, apenas destinados a traçar a estrategia, os objetivos e plano de ação da humanidade.